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Uma nova geração de novos moradores

As gerações vão sobrepondo-se e convivendo no mercado consumidor, compartilhando a atenção dos corretores de imóveis que precisam aprender a falar com cada tipo diferente de pessoa.

Claro que esta “adequação” ao cliente deve ser uma característica básica do profissional, e o que deve ser de comum trato a todas gerações, classes sociais, gêneros, etc. é a atenção e o respeito pela pessoa e o momento que ela vive – pois comprar ou alugar um imóvel não é uma decisão simples.

Acontece que agora está chegando ao nosso mercado, compradores que nasceram após a segunda metade da década de 90. Eles são superconectados, ativos digitalmente e têm destreza para pesquisar e aprender o que precisam.

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No portal Oba.com.br, por exemplo, o público entre 18 e 34 anos representam mais de 40% das visitas e, entre 18 e 24, precisamente, são 14%.

Trabalhar uma venda com este público pode não ser tão simples se o corretor ficar preso aos velhos modelos de contato. O que compreende ficar restrito ao telefone e email, aquela demora na resposta – principalmente o primeiro retorno -, além de talvez usarem uma linguagem um tanto “chata” que tenta ser formal e respeitoso em um padrão de comunicação que não diz respeito à linguagem e identidade desta geração.

A questão não é que você deva ser informal e ser despojado ao ponto de encher seu email ou mensagem no Whatsapp de abreviações, emoticons, palavrões como expressão (não ofensa, é claro). Mas tentar se distanciar do Machado de Assis ou dos processos jurídicos de palavras difíceis.

Outro ponto é sobre o meio de contatá-los. Permita-se falar com estes clientes pelo Whatsapp e Facebook Messenger. Na verdade, provavelmente ele terá a iniciativa de comunicação pelo meio que mais lhe agrade. Siga-o para atende-lo bem!

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Esta geração também tem perspectivas de vida distintas das passadas. Prezam mais pela privacidade, independência e não tem atração fixa por imóveis grandes. Um studio ou loft certamente é mais a cara deles do que um apartamento padrão de diversos dormitórios.

Vão querer que tenham serviços próximos, como shoppings, bares e restaurantes. E você, corretor, deve guiar ele até este local – caso ele não tenha isto em mente ainda. Talvez precisa exercer sua propriedade sobre o assunto e comunicar que com o perfil que busca e dentro da perspectiva econômica, o que procuram nem sempre estará “no lugar perfeito”.

São Paulo é um bom exemplo de capital onde as incorporadoras compreenderam este novo perfil de consumidor e preparou diversos lançamentos para atender a esta demanda no futuro breve. Diversos imóveis em São Paulo já têm esta configuração de studio e lofts, pequenas metragens em geral, em regiões centrais em processo de revitalização – como República e Sé.

Corretor! Fique atento a estes “detalhes” que podem fazer toda a diferença na hora de você cativar a atenção desta nova geração que está em busca de liberdade e, também, construir seu novo lar, sua família.

Fonte: Publicidade Imobiliária