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Este É O Melhor Momento Para Quem Pretende Investir Em Imóveis

As mudanças na economia brasileira em 2019 refletiram de forma positiva no mercado imobiliário e mostram que 2020 pode ser o seu ano de investir em imóveis. Quer saber por que? Entenda como algumas medidas econômicas movimentaram o mercado.

O ano de 2019 foi marcado por notícias inéditas na economia brasileira. Em novembro, foi aprovada a reforma da previdência que, em conjunto com o aumento da confiança nas contas públicas do país, resultou na mais baixa taxa SELIC da história. investir em imóveis

Com a taxa SELIC em 4,5%, as aplicações conservadoras, como Poupança, LCI, LCA, CDB e Fundos de Renda Fixa DI, diminuíram consideravelmente sua rentabilidade, deixando clientes conservadores sem muitas alternativas no mercado financeiro. Assim, o investir em imóveis começou a ganhar destaque na economia brasileira em 2019.

Investimentos mais lucrativos do momento investir em imóveis

Hoje o CDI está em 4,40% ao ano e a poupança está rendendo menos que 3,5% ao ano. Ou seja, menor que a inflação. O antigo parâmetro para os clientes conservadores para comparar rentabilidade entre os bancos (pagar X% do CDI) já não serve, porque 100% do CDI é uma rentabilidade baixa.

Diante desse cenário, o investir em imóveis ganhou uma nova roupagem. Se antes o investidor se interessava pela valorização de imóvel, agora tem o aluguel como alternativa de rendimento conservador. A relação do aluguel versus valor do imóvel com certeza já supera os fundos DI, CDB e poupança.

A estratégia dos bancos – investir em imóveis

As mudanças na economia brasileira em 2019 refletiram de forma positiva no mercado imobiliário e mostram que 2020 pode ser o seu ano de investir em imóveis. Quer saber por que? Entenda como algumas medidas econômicas movimentaram o mercado.

O ano de 2019 foi marcado por notícias inéditas na economia brasileira. Em novembro, foi aprovada a reforma da previdência que, em conjunto com o aumento da confiança nas contas públicas do país, resultou na mais baixa taxa SELIC da história. investir em imóveis

Com a taxa SELIC em 4,5%, as aplicações conservadoras, como Poupança, LCI, LCA, CDB e Fundos de Renda Fixa DI, diminuíram consideravelmente sua rentabilidade, deixando clientes conservadores sem muitas alternativas no mercado financeiro. Assim, o investir em imóveis começou a ganhar destaque na economia brasileira em 2019.

Investimentos mais lucrativos do momento investir em imóveis

Hoje o CDI está em 4,40% ao ano e a poupança está rendendo menos que 3,5% ao ano. Ou seja, menor que a inflação. O antigo parâmetro para os clientes conservadores para comparar rentabilidade entre os bancos (pagar X% do CDI) já não serve, porque 100% do CDI é uma rentabilidade baixa.

Diante desse cenário, o investir em imóveis ganhou uma nova roupagem. Se antes o investidor se interessava pela valorização de imóvel, agora tem o aluguel como alternativa de rendimento conservador. A relação do aluguel versus valor do imóvel com certeza já supera os fundos DI, CDB e poupança.

A estratégia dos bancos – investir em imóveis

Os bancos têm feito um esforço para migrar clientes para fundos agressivos e arrojados. Mas, esses fundos possuem internamente nos seus papéis um alto risco. E não são raros os dias com rentabilidade negativa!

Perante isso, chegou o momento de investir em imóveis, principalmente porque existe uma conjunção de fatores que favorecem a compra de imóveis nesse momento, por exemplo, o financiamento com IPCA lançado pela Caixa.

As demais vantagens que permeiam as oportunidades de investimento no mercado imobiliário atualmente, são:

  • Excesso de oferta provocada pela crise;
  • Preços estáveis ou em liquidação;
  • Baixa taxa de juros para financiamento;
  • Novas modalidades de financiamentos imobiliários.

O setor imobiliário está no centro das atenções dos investidores em 2020. A retomada da economia motivou um novo ciclo de novos empreendimentos e os pátios de obras em São Paulo estão repletos de trabalhadores.

Não é por menos. Após um crescimento de aproximadamente 1% do PIB em 2019, o Brasil irá acelerar para algo em torno de 2,3% este ano, segundo o relatório Focus do Banco Central, que reúne as opiniões de 100 economistas do mercado financeiro.

Este cenário é ainda consolidado pela queda nas taxas de juros. A Selic, que é a referência do mercado, já está no menor nível da história: 4,5% ao ano. Ao lado disso, a inflação permanece controlada, a 3,6%, e o IGP-M – que reajusta os aluguéis -, em 4,4%.

Ou seja, são todos os ingredientes necessários para que o setor imobiliário inicie um novo ciclo de expansão de longo prazo. Os dados mais recentes do Secovi-SP, entidade do setor, revelam que as vendas de imóveis novos em outubro de 2019 saltaram 23,2% na comparação com 2018.

E mais, em 12 meses, este aumento chegou a 44,7%.

Com informações: Money times

Fonte: Publicidade Imobiliária