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Descubra como escolher o colchão ideal para você

Poder dormir é uma das maiores alegrias da vida. O corpo humano é uma máquina biológica perfeita. Porém, ele precisa ser recarregado de vez em quando ou pode entrar em colapso.

Uma das formas de adquirir mais energia é através do sono! Acontece que dormir nem sempre significa descansar. Mas escolher colchões corretamente evita que se tenham noites mal dormidas, além de dores no corpo e problemas de coluna!

Fonte: Ubá Arquitetura

Antigamente, os colchões não eram tão confortáveis, fofos e resistentes. Eles eram feitos com materiais que se tinha disponível, como restos de vegetação, de crina de animal e mais.

Só que, com o tempo, as novas tecnologias ajudaram as pessoas a criarem modelos que melhor se adaptam ao corpo humano – em especial à sua coluna. Assim, surgiram os colchões de mola, de espuma e tantos outros. Veja a seguir!

Fonte: Chris Silveira e Arquitetos Associados e Figueiredo Fischer

Problemas de escolher um colchão inadequado

Por que um colchão seria considerado inadequado? Bem, primeiro, se ele não for compatível com o modelo de cama ou de base no qual está apoiado.

Segundo – e principalmente – se ele provocar males a saúde de seus usuários, como dores musculares, cãibras, insônia, má circulação, desvio de coluna e mais. Não há pessoa que vá acordar se sentindo bem, de bom humor, depois de uma noite assim!

É preciso dizer que um bom colchão não pode ser nem muito mole e nem muito duro. O médico Ricardo Costa Dias deu um testemunho bem interessante em reportagem de G1.

Ele disse que “o colchão muito macio não dá sustentação para a coluna durante a noite, deixando a coluna numa posição deformada, que pode gerar bastantes dores ao longo do dia”.

Fonte: INÁ Arquitetura

No geral, as pessoas sabem do verdadeiro valor de um bom colchão. Porém, como esta costuma ser uma peça cara, sua troca acaba ocorrendo só por caso de necessidade. Acontece que isso é um erro grave.

Colchões possuem prazo de validade! Sua qualidade é perdida ao longo do tempo – algo que é mais perceptível depois de aproximadamente oito anos de uso.

Fonte: ArqExpress

Comprar um bom colchão não é, portanto, um gasto, mas um investimento! Uma boa noite de sono, definitivamente, não tem preço! Mas, as pessoas precisam ficar atentas para não cair em golpe de vendedor que oferece produtos milagrosos.

Não há garantias científicas que comprovem que tecnologias como de magnetismo possam trazer benefícios à saúde.

“Sempre que você procurar um produto que tem a indicação terapêutica, veja se existe um registro na Anvisa, porque para fazer esse registro você precisa de pesquisa científica e laudos técnicos, o que muitas vezes você não encontra nesse tipo de produto.” – médico Ricardo Costa Dias.

Fonte: Guardini Stancati Arquitetura + Designer 

Tipos de colchões disponíveis no mercado

Atualmente, em síntese, existem dois tipos de colchões a venda nas lojas. O colchão comum é aquele velho conhecido do consumidor, próprio para ser depositado sobre uma base de estrado.

Mas também há as camas box, que são a mais recente sensação do mercado. Para os dois casos, a pessoa precisa estar atenta quanto às dimensões, à qualidade do material de fabricação e à durabilidade da peça.

São medidas comuns usuais para colchões:

  • solteiro = 78 ou 88 cm de largura e 1,88 m de comprimento.
  • casal = 1,28m ou 1,38m de largura por 1,88m de comprimento; 1,58 m de largura por 1,98 m de comprimento; 1,93 m de largura e 2,03 m de comprimento.
Fonte: HELENA KOKI

Falando mais especificamente da fabricação de colchões, existe vários processos diferentes. Os tipos de colchões mais requisitados são os com molas; eles têm boas estruturas, ótima ventilação interna e durabilidade.

Agora, os que apresentam o sistema “pocket” – com molas ensacadas – e “pillow top” – com espuma extra – são ainda mais confortáveis – ótima opção para pessoas muito altas, pesadas e casais.

Fonte: Karla Silva

Existem ainda modelos de colchões mais simples e mais sofisticados também. Os comuns, em espuma – bastante requisitados -, são baratos, mas apresentam boa elasticidade e firmeza dependendo da densidade; contudo, se deformam rapidamente.

Em substituição, a promessa do mercado é o  viscoelástico, material desenvolvido pela NASA e que se adequa melhor à coluna.

Os tais “colchões ortopédicos” são difíceis de serem encontrados nas lojas. Eles são produzidos com gel e espuma viscoelástica. São bem firmes – o que não é o mesmo que dizer que são “duros”. E aplicam certa pressão sobre o corpo da pessoa enquanto ela dorme – deixando, assim, sua coluna alinhada. Só que não são recomendados para qualquer pessoa.

Fonte: Daniella e Priscilla de Barros

Como escolher o modelo certo de colchão

Já se pôde entender que saber escolher o colchão certo vale tanto pela questão da adequação quanto à decoração do quarto quanto à coluna da pessoa.

Primeiro é importante destacar que o modelo certo é aquele proporcional à sua base, ou seja, que não fica nem maior e nem menor que o limite da borda da cama. O ideal é a peça seja 3 cm menor de largura e 3 cm menor de comprimento em relação ao móvel.

Fonte: Deborah Roig

Outra coisa que deve ser levada em conta como critério de escolha do colchão é a densidade, melhor dizendo, a firmeza e sustentabilidade para o corpo. Quanto de conforto que se quer ter?

Uma regra aplicada para colchões de casal é escolher a peça que seja compatível com a pessoa mais pesada. Por exemplo, pessoas com 50 kg e 1,50 m de altura indica-se a densidade D23, já pessoas com 150 kg e 1,90 m um de D40.

Fonte: Maria Fernanda Gama Ribeiro e ACF Arquitetura

Você já recebeu muitas informações, mas é importante continuar se informando sobre todas as características de cada modelo de colchão. Vale a pena pesquisar!

Estas dicas de como escolher colchões foram criadas pela equipe Viva Decora.

Fonte: Blog da Lopes